• Terça-feira, 19 Mai 2009

    Mijn naam is Feromônio V

    Lembro, hoje, claramente, o que me deixa muito feliz, até porque recordar é viver, dos seios da Mulher Quatro. Não vi tetas mais lindas em nenhum lugar, e podem constar aí filmes clássicos ou pornográficos, revistas, internet, catecismos – úteis e saudosos da nossa infância ainda não esquecida...  Além de lindas, rijas, do número da minha boca, viradas para a lua, com certeza, foram as mais suculentas que sorvi.
    Já no contexto completo, foi uma das transas mais ansiosamente aguardadas por mim. Eu podia me deliciar com suas grandes e generosas peras e outras preliminares mais intensas, porém, sexo de verdade - no sentido copular da palavra - ela sempre dava um jeito de, impassível, não permitir. Depois de dezenas de meses, centenas de vezes, surpreendentemente, quando eu já não esperava mais nada, além das maravilhosas preliminares, ela, por iniciativa própria, cedeu e gemeu. E eu, meu Deus!

    Postado por Ike Saltiel   às 11:03   |  Comentários (1) [ Regras para Comentários ]

  • Terça-feira, 19 Mai 2009

    Minun nimeni on Feromônio VI

    E lá estava eu em mais uma mudança. Eu adorava me mudar, fosse de casa, fosse de escritório, fosse de indústria – espaço físico. Não podia ver um lugar novo e interessante com uma placa de “Aluga-se” que já era tentado à renovação. Desta feita, a muda era um misto de escritório para indústria, mas deixa pra lá que isso não vem ao caso neste momento. O caminhão da mudança havia partido, e eu estava no agora esmaecido apartamento que até ontem fora um moderno e bem decorado local onde eram tratados os meus negócios. Bons tempos aqueles. O prédio era de pouco afluência, e lá estava eu, só, conferindo as instalações e, principalmente, dando mostras do meu sentimento a um ser concretamente inanimado. Vozes femininas ecoaram nas instalações, agora vãs. Eram três meninas e mais uma, que me olhava com olhar malicioso, não tão menina assim. Perguntas daqui e dali por parte da linda líder, e o clima começa a esquentar. De sorrate, as gurias menores sumiram, e a mais velha foi à sacada bem localizada no centro da Loureiro da Silva, donde se avistava boa parte da Aldeia. Debruçou-se até o exato ponto de deixar as duas partes globosas de sua nalga meiga e desafiadora à mostra. Fescenina, sem movimentar sua saia curta e plissada, tampouco sua parte traseira carnuda, dirigiu o seu olhar ao meu e disse lânguida: - Tu não sabes do que eu sou capaz. Suas palavras insinuavam tão-somente sensualidade, sem nenhum indício funesto, o que se poderia pensar no alto varandim do 3º andar. E completou: - Eu sou a Mulher Dez, namorada do Corno Dez. Questionei sobre o cara e tal. Ela sussurrou-me que era uma mulher livre. Amava seu namorado, mas não gostava de sofrer, por isso suprimiu de sua vida o seu lado romântico. Era meu dia de sorte. Ela dissimulou desde o início. Suas perguntas viesadas agora faziam sentido. Sua vinda não foi eventual e, para minha alegria, o Corno Dez era um idiota completo. Daqueles que comia pouco e falava demais. O diabo aparece pra quem é cego. Aquela coisinha, a deusa da formosura era dele e ele não dava valor. Nessa época eu já era casado, tinha que ter cuidado. Mesmo assim, fui pra cima com força. Estabelecida forte concatenação, rolamos pelo carpete, apetite venéreo manando, tudo muito sublime, no estilo amor físico à primeira vista, mas ela não deixou ultimar a conexão. Insisti, mas ela de súbito deu o assunto por encerrado. Nos vestimos e descemos e as três gurias estavam esperando lá embaixo. Coloquei todas no Opalão e fomos dar umas voltas. Depois de conversas desconexas e risos próprios da puberdade, larguei-as numa esquina do bairro São Geraldo. Dois dias depois, trabalhando na casa nova, recebo um telefonema. Era a Mulher Dez. Senti a palpitação de seus seios tênues, recordei sua bundinha balouçando na sacada e de sua boca levemente carnuda e suculenta procurando a minha. Perguntou se eu não queria sair com ela e com uma outra amiga. Eu bradei que ela era louca, que eu não tinha propensão à pedofilia. Ela não entendeu muito bem, mas disse que sua amiga, a exemplo dela, tinha dezenove anos e, me chamando de bobinho, disse que a tal não era nenhuma das meninas que conheci em nosso primeiro e inesquecível encontro. Bem, assim sendo, topei na hora. Antes de desligar o telefone, ela pediu pra eu levar algum dinheiro. Quis deixar claro que não era para ela e sim para a amiga. Refleti, o que importa se o amor é mercenário? Fomos para um motel barato que para mim tornou-se um paraíso dos prazeres carnais. As duas putinhas fizeram um strip-tease, peça por peça, me beijaram, se beijaram e divertiram-se muito e eu, com um vigor extraordinário, também. Rolou de tudo. As três depressões naturais de ambas foram utilizadas e eu deixei o equivalente a uns R$ 150,00 para a época. Uma verdadeira pechincha imerecida. Hoje, passados duas décadas e meia, fiquei sabendo, que o Corno Dez trabalha como instrutor de algum esporte radical, ou coisa que o valha, lá no Nordeste e que ela, na verdade, casou-se com um dos irmãos do atual cangaceiro. E assim, a vida segue seu curso.

    Postado por Ike Saltiel   às 11:02   |  Comentários (1) [ Regras para Comentários ]

Eki Leitlas - O Autor

Nascido em 1857, sabe-se lá onde. Errou mundo afora, desde o extremo sul da China, em Cantão¹ (imputa-se a ele a vinda da raça dos cães Chow-chow² para o Ocidente, em especial a Cachoeirinha) até Gravataí³, visto que, suas garatujas foram encontradas na Fonte do Forno, na Aldeia dos Anjos.



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